Depois de há poucos dias Mitt Romney ter sido apupado num encontro com uma organização de negros, por ter condenado o Obamacare, começa a crescer, com força, a candidatura de Condoleezza Rice como a Vice do candidato Republicano.
A potencial escolha de Condolezza traz duas vantagens para a candidatura de Romney, é mulher e é negra, permitindo, assim, ao opositor de Obama entrar em eleitorados que a priori terá mais dificuldade, o universo das mulheres e da comunidade afro-americana, esta última nitidamente inclinada, por razões óbvias, para Obama.
Mas a escolha de Rice, a confirmar-se, significa a opção por uma política creditada e muito experiente, que daria mais consistência à candidatura de Romney.
Desta feita, a questão essencial não é a política externa, como foi na eleição de 2004, é a economia. Se fosse, Romney sumaria muitos pontos.
Veremos, dentro de poucas semanas, na Convenção Republicana, que acompanhará Romney.
CMC
segunda-feira, 16 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Um bom vídeo de Romney pelo 4 de Julho
Hoje, é um dia especial e Romney apresenta um bom vídeo, assinalando a data da independência dos EUA.
CMC
Uma vitória de Obama
A aprovação, pelo Supremo Tribunal dos EUA, do Obamacare, uma das grandes causas da campanha de Obama em 2008, traduz-se numa vitória do Presidente e recandidato Democrata.
Assegurar, a quem não tem possibilidades de ter um seguro de saúde, condições de aceder à Saúde, é uma vitória dos progressistas. Fossem outros os tempos que vivemos, sem crise, e este acto garantiria a reeleição de Obama. Todavia, os tempos são complexos e apesar desta ser uma proposta que vai ao encontro dos interesses de grande parte do eleitorado Democrata, Obama continua a não ter a vitória garantida.
De qualquer forma, fica como uma grande marca deste mandato. Algo que os Democratas, em especial Hillary, procurava, desde o tempo do mandato do marido, como Presidente, e Obama concretiza. Oxalá filmes como "John Q" venham a ser um retrato de um passado nada saudoso.
CMC
Assegurar, a quem não tem possibilidades de ter um seguro de saúde, condições de aceder à Saúde, é uma vitória dos progressistas. Fossem outros os tempos que vivemos, sem crise, e este acto garantiria a reeleição de Obama. Todavia, os tempos são complexos e apesar desta ser uma proposta que vai ao encontro dos interesses de grande parte do eleitorado Democrata, Obama continua a não ter a vitória garantida.
De qualquer forma, fica como uma grande marca deste mandato. Algo que os Democratas, em especial Hillary, procurava, desde o tempo do mandato do marido, como Presidente, e Obama concretiza. Oxalá filmes como "John Q" venham a ser um retrato de um passado nada saudoso.
CMC
sábado, 30 de junho de 2012
John G. Roberts - o homem do momento
Excelente artigo sobre o presidente do Supremo Tribunal, John G. Roberts e a sua importância na approvação da tão falada Obamacare.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Condoleezza para VP?
E de um momento para o outro passamos a ouvir o nome da ex-Secretária de Estado de George W. Bush, Condoleeza Rice...
Na passada semana Condoleezza foi uma das principais estrelas do "retiro" que Romney fez com os seus principais doadores, gerando uma onda de elogios. Hoje surge esta notícia do lançamento de um Super PAC de apoio às mulheres republicanas.
Já algumas noticias davam como certo o facto de que Condoleezza estaria a ser uma das personalidades republicanas alvo do escrutínio para o cargo de vice-presidente mas fontes próximas da campanha Romney apressaram-se a desmentir.
Qualquer que seja o contexto, Condoleeza Rice vai ser incontornável para o fuuro do GOP.
Filipe Ferreira
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Obama e Romney disputam o Ohio
A campanha, embora ainda esteja morna, começa finalmente a dar alguns motivos de interesse. Obama e Romney estiveram no mesmo dia e praticamente à mesma hora no importante estado do Ohio e ambos proferiram discursos sobre a situação económica dos EUA.
Embora Obama tenha tentado introduzir novos temas de debate como a questão dos casamentos gay, e os conservadores tenham tentado que Romney tivesse abraçado uma agenda mais ligada aos family values, o principal tema de debate e de preocupação dos norte-americanos continua a ser a economia.
Filipe Ferreira
terça-feira, 5 de junho de 2012
Artistas com Obama
Há poucas semanas, George Clooney organizou um jantar de apoio a Obama, para recolher financiamento para a campanha. Cada entrada custava 40 mil dólares. Nessa noite, foram recolhidos 15 milhões de dólares. Desta feita, é a actriz Sarah Jessica Parker a organizar um jantar, em sua casa, com o casal Obama, para recolher verbas, e a oportunidade de jantar com o casal residente e recandidato à Casa Branca é possível, basta dar um contributo, mínimo, de 3 dólares e esperar que lhe caia em sorte a distinção de ir a casa do principal rosto da série de sucesso "O Sexo e a Cidade".
Resta saber qual a verba que este jantar irá angriar. Uma coisa é certa, este modelo, implementado pela campanha de Obama há quatro anos, é um sucesso e motiva milhares de pessoas, que nas suas possibilidades apoiam o seu candidato.
Ao contrário dos candidatos Republicanos, que geralmente contam com mais patronos como financiadores, os Democratas carecem mais de apoio popular para realizar uma boa campanha.
Bad blood: A história da relação de Bill Clinton e Barack Obama
Depois da Bill Clinton ter destruído os argumentos de Obama relativamente ao passado de Romney na Bain Capital, é hora de controlar os danos. Os últimos dias viram Bill Clinton em campanha com Obama ou a falar em sua defesa, atacando Romney.
Esta relação entre estes homens nunca foi fácil.
Em 2008, em plenas primárias democratas, foi Bill Clinton quem mais violentamente atacou Obama e este facto NUNCA foi esquecido. Quando Hillary foi convidada para Secretária de Estado, uma das condições impostas por Obama foi a divulgação total, não só das suas finanças pessoais, bem como da fundação de Bill Clinton, incluindo os doadores, que como se veio a ver, incluiam figuras da alta politica e finança internacionais. Este processo de vetting não contribuiu em nada para a criação de um bom ambiente. Hoje, Bill Clinton está "obrigado" a dar o seu apoio a Obama para garantir que Hillary seja a candidata democrata em 2016. Mas não deve ser nada fácil para Bill Clinton...
Filipe Ferreira
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Jeb Bush não será Vice de Romney
“Nothing has changed, Gov. Bush will not be candidate for VP,”a Bush spokeswoman told Yahoo News Wednesday.
Há dias Jeb Bush, antigo Governador da Florida, numa entrevista, dissera que pensaria seriamente antes de aceitar qualquer proposta para ser o número 2 de Romney na disputa da Casa Branca. Uma das maiores incógnitas do momento é quem será o ticket de Romney, pois o Vice, apesar de ter um papel menor, quando comparado com o candidato a Presidente, pode, no entanto, ser decisivo, no segurar e/ou conquistar eleitorado.
Jeb, recorde-se, é o filho predilecto de George H. Bush, tanto que era este e não George W. Bush, o então Governador do Texas e posteriormente Presidente dos EUA, o desejado para assumir a corrida em 2000, frente a Al Gore, na sucessão de Bill Clinton.
Jeb é um eterno nome Republicano na corrida à Casa Branca, e um nome com peso e respeitado pelo eleitorado conservador, depois das palavras que deixaram a entender que poderia abrir a porta a entrar nesta corrida, rapidamente fez saber que está fora.
Provavelmente, e prespectivando a derrota de Romney, Jeb Bush é um nome a considerar para 2016. Mas é bem provável que que Romney não caia na armadilha em que caiu McCain em 2008, quando foi conduzido a aceitar e/ou querer Sarah Palin. A escolha do Vice de Romney será importante e é bem possível que o(a) escolhido(a) se prenda com um eleitorado específico (mulheres/evangélicos/minoriais-expressivas, como a hispânica).
CMC
Há dias Jeb Bush, antigo Governador da Florida, numa entrevista, dissera que pensaria seriamente antes de aceitar qualquer proposta para ser o número 2 de Romney na disputa da Casa Branca. Uma das maiores incógnitas do momento é quem será o ticket de Romney, pois o Vice, apesar de ter um papel menor, quando comparado com o candidato a Presidente, pode, no entanto, ser decisivo, no segurar e/ou conquistar eleitorado.
Jeb, recorde-se, é o filho predilecto de George H. Bush, tanto que era este e não George W. Bush, o então Governador do Texas e posteriormente Presidente dos EUA, o desejado para assumir a corrida em 2000, frente a Al Gore, na sucessão de Bill Clinton.
Jeb é um eterno nome Republicano na corrida à Casa Branca, e um nome com peso e respeitado pelo eleitorado conservador, depois das palavras que deixaram a entender que poderia abrir a porta a entrar nesta corrida, rapidamente fez saber que está fora.
Provavelmente, e prespectivando a derrota de Romney, Jeb Bush é um nome a considerar para 2016. Mas é bem provável que que Romney não caia na armadilha em que caiu McCain em 2008, quando foi conduzido a aceitar e/ou querer Sarah Palin. A escolha do Vice de Romney será importante e é bem possível que o(a) escolhido(a) se prenda com um eleitorado específico (mulheres/evangélicos/minoriais-expressivas, como a hispânica).
CMC
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