5 things to watch today at GOP convention
O USA Today revela cinco momentos a ter em conta no primeiro dia da Convenção Republicana, dos quais destaco a intervenção de duas pessoas: Rick Santorum, adversário nas primárias Republicanas, e Artur Davis, ex-membro do Partido Democrata e apoiante de Obama há quatro anos.
Se a intervenção de Ann Romney será importante, em especial na conquista de parte do eleitorado feminino, um bom discurso de Davis pode catapultar os Republicanos no combate contra Obama. A seguir.
CMC
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Republicanos a pensar em 2016
É evidente que Mitt Romney pode ganhar esta eleição. Obama está bem longe de ter a corrida garantida, como tinha há quatro anos, e um triunfo Republicano não surpreenderá ninguém, apesar de não se esperar muito.
Se a mensagem oficial dos Republicanos, neste momento, é de apoio a Romney, começam-se a ver movimentações para as primárias Republicanas das presidenciais de 2016. Ainda faltam quatro anos e muito vai acontecer, mas não deixa de ser um sinal de como o apoio da "família" Republicana a Romney não é sólido. Jeb Bush, Mike Huckabee, Sarah Palin, Rick Santorum, Rick Perry, são alguns dos nomes avançados e destes só Jeb Bush se salva como bom candidato.
CMC
Se a mensagem oficial dos Republicanos, neste momento, é de apoio a Romney, começam-se a ver movimentações para as primárias Republicanas das presidenciais de 2016. Ainda faltam quatro anos e muito vai acontecer, mas não deixa de ser um sinal de como o apoio da "família" Republicana a Romney não é sólido. Jeb Bush, Mike Huckabee, Sarah Palin, Rick Santorum, Rick Perry, são alguns dos nomes avançados e destes só Jeb Bush se salva como bom candidato.
CMC
terça-feira, 10 de abril de 2012
Santorum sai e Romney consagra-se como o candidato Republicano
Rick Santorum Drops Out: GOP Presidential Candidate Suspends 2012 Campaign Há muito que se esperava o fim das primárias Republicanas. Se a disputa da Flórida tinha sido esclarecedora, como foi nas primárias Republicanas de 2008, quando Giuliani, o favorito, perdeu perante McCain neste Estado do sudeste, desta vez os candidatos com menos força conseguiram levar mais longe as suas pretensões, depois das primárias da Flórida (realizou-se no fim de Janeiro).
Gingrich, primeiro e de forma curta (nas vésperas da eleição na Flórida), Santorum, depois e de modo mais forte, foi o grande adversário do candidato mais forte, em termos de constância de favoritismo, Mitt Romney.
Santorum pára agora a sua corrida, pois o horizonte não lhe apresentava muito mais futuro e um problema de saúde de uma filha do candidato pode ter sido o suficiente para o antigo Senador da Pensilvânia colocar um ponto final numa carreira que, reconheça-se, superou todas as expectativas.
Santorum foi a grande surpresa destas primárias. Pouco se esperava dele, até Janeiro deste ano, quando ganhou a primeira eleição, o caucus do Iowa, ainda que, na noite eleitoral a vitória, por escassa margem tenha sido atribuída a Romney, que deste modo começou a gerar a dinâmica de vitória.
O tempo, até à Convenção Nacional Republicana, em Agosto, é de reagrupação dos Republicanos e esta tarefa de Romney não será fácil. No fundo, o grande denominador comum da união da direita norte-americana é Obama, ou melhor, o anti-obamismo.
O confronto entre os dois grandes campos políticos norte-americanos, Democratas e Republicanos, começa agora.
CMC
sexta-feira, 6 de abril de 2012
All in para Romney na Pennsylvania
Embora ainda faltem muitos estados serem chamados a votar, esta infografia mostra com clareza que a corrida republicana já tem um vencedor e este é Mitt Romney. A manter-se esta proporção de distribuição de delegados nas próximas primárias, o tão falado cenário de todos-contra-Mitt não passa de uma hipotese remota. Por mais que Santorum queira ir até à Convenção republicana ainda como candidato, julgo que será o próprio partido que se encarregará de lhe mostrar que quem ganha com isso será Obama e os democratas.
Dito isto, e vendo os números da Pennsylvania -Romney já lidera numa sondagem-, julgo que este deverá apostar tudo nesta campanha. Aquilo que ainda recentemente era quase uma impossibilidade estatistica, a sua vitoria no estado de Santorum, hoje é uma forte possibilidade. Romney tem de apostar tudo nesta campanha. Já!
Filipe Ferreira
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Começou a batalha da Pennsylvania
Depois das derrotas de Santorum desta semana, o seu estado natal da Pennsylvania irá ditar se este permanece ou não na corrida. Foi notícia que um dos seus staffers afirmou que a conquista deste estado era crítica para a sua campanha, mas os últimos números não são muito animadores. No estado que o elegeu diversas vezes para o Senado e onde desenvolveu a sua vida política, Santorum só tem, neste momento, 6 pontos de vantagem sobre Romney. Estes números mostram que Romney está numa dinâmica de crescimento, e como o link nos mostra, está a fazer campanha a todo o gás neste estado, mas tenho dúvidas que chegue para ganhar. Se isso acontecesse era verdadeiramente game over para Santorum.
Aguardemos então pela batalha da Pennsylvania.
Filipe Ferreira
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Para onde corre Santorum?
Depois de mais uma noite de vitórias para Mitt Romney em Maryland, DC e Wisconsin, o campo republicano está mais definido do que nunca. Parece claro para a generalidade das pessoas que quem vai defrontar Obama em Novembro será Romney e não nenhum outros dos candidatos republicanos. Se desde o início se sabia que Paul estava numa missão de divulgação dos seus ideais libertários, o declínio de votação de Gingrich fez com que este, embora continue na corrida, já tenha afirmado que o seu objectivo é moldar a plataforma republicana.
Resta Rick Santorum, que cada dia que passa radicaliza (ainda mais) o seu discurso e aposte numa convenção em que todos se unam para deter Romney. Porém, a realidade mostra que este é o momento em que todas as tendências do GOP se estão a inclinar para que Romney seja efectivamente o nomeado... e já.
Resta Rick Santorum, que cada dia que passa radicaliza (ainda mais) o seu discurso e aposte numa convenção em que todos se unam para deter Romney. Porém, a realidade mostra que este é o momento em que todas as tendências do GOP se estão a inclinar para que Romney seja efectivamente o nomeado... e já.
Não vai faltar muito para que Santorum seja denunciado como um spoiler.
Filipe Ferreira
quinta-feira, 22 de março de 2012
Bush apela à unidade dos Republicanos
Former Gov. Jeb Bush of Florida said Wednesday that he was endorsing Mitt Romney‘s bid for the Republican presidential nomination, and urged his party to bring the divisive primary to a close and coalesce behind Mr. Romney’s candidacy.Jeb Bush é uma voz autorizada e influente no universo Republicano. Na eleição da Flórida não se envolveu muito, talvez porque uns dias antes se falara no seu nome para Vice de Romney, mas face ao descalabro da corrida Republicana, Jeb sai a terreiro, anunciar o apoio óbvio e secundar a direcção do seu Partido, para que não prolonguem mais a corrida. Está visto, quanto mais se arrasta, mais Obama sai reforçado. Porém, Santorum não se deve deixar levar por estes conselhos e continuará a corrida.
CMC
terça-feira, 20 de março de 2012
Um candidato dos valores mais do que da economia
Since winning primaries in Alabama and Mississippi, Santorum’s standard remarks have generally excluded an economic plan — the heart and soul of the message his chief GOP rival, Mitt Romney, repeats at event after event, day after day.
Santorum faz dos valores, conservadores, a causa e motivo da sua campanha, ao contrário de Romney, mais apostado, dado até o seu projecto de vida, na economia.
De facto, a economia será decisiva nesta eleição, mas como a História ensina, os valores, mesmo em tempo de dificuldades, podem ser um princípio bem superior ao económico, em especial nos Estados mais Republicanos e nos swing States, basta recordar a campanha de George W. Bush, em 2004 e o modo como ganhou no Ohio.
Santorum faz do seu ultra-conservadorismo uma causa que ganha mais força à medida que vai conquistado Estados.
CMC
Santorum faz dos valores, conservadores, a causa e motivo da sua campanha, ao contrário de Romney, mais apostado, dado até o seu projecto de vida, na economia.
De facto, a economia será decisiva nesta eleição, mas como a História ensina, os valores, mesmo em tempo de dificuldades, podem ser um princípio bem superior ao económico, em especial nos Estados mais Republicanos e nos swing States, basta recordar a campanha de George W. Bush, em 2004 e o modo como ganhou no Ohio.
Santorum faz do seu ultra-conservadorismo uma causa que ganha mais força à medida que vai conquistado Estados.
CMC
quinta-feira, 15 de março de 2012
Michael J. Fox em contínua busca pelo futuro digno
Michael J. Fox, uma grande referência da década de 80, continua a ser um herói e este testemunho é mais um contributo que dá à causa que defende há muito.
Vale a pena referir: uma eleição não é apenas uma escolha de pessoas, é também a escolha de causas e propostas políticas.
CMC
quarta-feira, 14 de março de 2012
Santorum disputa a liderança a Romney
Romney teve ontem um dos piores dias eleitorais, nas duas primárias mais importantes, Alabama e Mississipi, ficou em terceiro. O grande vencedor foi o surpreendente, ou nem tanto, Rick Santorum.
Apesar do grande favoritismo, Romney tem o seu principal rival em Santorum, que de eleição para eleição vai fazendo o seu caminho e somando vitória atrás de vitória.
Será Santorum capaz de conquistar a nomeação? Duvido, mas está a fazer a vida de Romney mais complicada e acaba por demonstrar a enorme fragilidade da candidatura de Romney, que tem uma enorme dificuldade em entrar no eleitorado tradicional Republicano do Sul.
Novo e importante teste será no próximo dia 20, no Illinois, onde, a priori, Romney deverá ter vantagem.
CMC
Apesar do grande favoritismo, Romney tem o seu principal rival em Santorum, que de eleição para eleição vai fazendo o seu caminho e somando vitória atrás de vitória.
Será Santorum capaz de conquistar a nomeação? Duvido, mas está a fazer a vida de Romney mais complicada e acaba por demonstrar a enorme fragilidade da candidatura de Romney, que tem uma enorme dificuldade em entrar no eleitorado tradicional Republicano do Sul.
Novo e importante teste será no próximo dia 20, no Illinois, onde, a priori, Romney deverá ter vantagem.
CMC
Caça ao delegado
O momento é mesmo de Rick Santorum. Depois de meses a fio em que os media pouco ou nada lhe ligavam, aos poucos foi-se convertendo num candidato "a sério" e hoje é claramente um dos dois possiveis nomeados do GOP para as presidenciais de Novembro. O seu enfoque nos valores, ao contrário de Romney e a sua boa aceitação no eleitorado blue-collar têm-lhe dado excelentes resultados, como se viu no Alabama e no Mississippi.
Como podemos observar pelo quadro de delegados, Santorum ainda está muito atrás de Romney, mas neste momento este encontra-se na defensiva. Romney conta com um grande apoio da máquina republicana, daí que muitos daqueles delegados que ainda não definiram o voto o façam com muita probabilidade no ex-governador do Massachussets. Mas, se Romney continuar a perder estados, tudo pode mudar...
Filipe Ferreira
quarta-feira, 7 de março de 2012
CNN. Tennessee para Santorum?
Se o Ohio vale pela sua representação do eleitorado nacional e por ser um swing state, o Tennessee por ser um importante estado do Sul credibiliza Santorum como um verdadeiro candidato nacional.
CNN: Romney à frente no Ohio
A CNN acabou de anunciar que no principal palco de disputa eleitoral de hoje é Mitt Romney que lidera, mas seguido de perto por Santorum
segunda-feira, 5 de março de 2012
A um dia da grande decisão?
No sábado, Romney ganhou mais uma disputa, no Estado praticamente esquecido de Washington (não confundir com a capital dos EUA, este Estado encontra-se na costa ocidental, lado do Pacífico). Esquecido porque a campanha Republicana neste Estado, há décadas dominado pelos Democrata, foi quase desprezada pelos candidatos, mais empenhados na importante super Tuesday - eleições em 11 Estados.
É provável que o dia de amanhã ainda não confirme a consagração de Romney, como o candidato Republicano, agora que cresce o incómodo nas hostes Republicanas, por a corrida das primárias se estar a transformar numa guerra de egos pessoais e, assim, favorecer a candidatura de Obama. Romney deverá triunfar, na globalidade, mas Santorum deve somar algumas vitórias que lhe permitem continuar a alimentar a chama da sua candidatura.
Do dia de amanhã, e a pensar em Novembro, importa depositar alguma atenção aos resultados do sempre importante e decisivo Ohio, onde Romney e Santorum estão quase empatados, com ligeira vantagem, de acordo com as sondagens, para o antigo Governador do Massachusetts. De Gingrich, provavelmente, só o bom resultado no grande Estado da Geórgia.
CMC
É provável que o dia de amanhã ainda não confirme a consagração de Romney, como o candidato Republicano, agora que cresce o incómodo nas hostes Republicanas, por a corrida das primárias se estar a transformar numa guerra de egos pessoais e, assim, favorecer a candidatura de Obama. Romney deverá triunfar, na globalidade, mas Santorum deve somar algumas vitórias que lhe permitem continuar a alimentar a chama da sua candidatura.
Do dia de amanhã, e a pensar em Novembro, importa depositar alguma atenção aos resultados do sempre importante e decisivo Ohio, onde Romney e Santorum estão quase empatados, com ligeira vantagem, de acordo com as sondagens, para o antigo Governador do Massachusetts. De Gingrich, provavelmente, só o bom resultado no grande Estado da Geórgia.
CMC
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Romney admite erros
Mr. Romney said he had made “some mistakesÉ sempre um bom sinal, quando se tem noção dos próprios erros e Romney começa a perceber, perante a inesperada mas já forte candidatura de Rick Santorum, que tem cometido erros que lhe têm prejudicado.
As eleições de hoje, Arizona e Michigan, são um teste, em especial Michigan, onde a vitória não é certa e é o Estado onde o candidato nasceu e o seu pai foi Governador há 50 anos.
Vale a pena ter em consideração o Arizona, pois é um dos Estados alvo dos Democratas nesta eleição. Obama não conquistou o Estado em 2008, devido ao seu oponente, John McCain, Senador por este Estado há décadas, mas a hipótese de conquistar este ano é forte. Por isso, uma vitória de Romney, hoje, é importante para batalhar por este Estado. No Michigan, os Democratas levam a melhor desde 1988.
CMC
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
O factor Irão entra na campanha
Rick Santorum: Obama helping Iran obtain nuclear weapons
Há um factor, imprevisível, ou não tanto, que pode irromper nas eleições norte-americanas: o projecto nuclear iraniano.
O assunto há muito que se arrasta, mas nos últimos tempos tem vindo a ganhar forma a tese, em Tel Aviv, de fazer uma intervenção preventiva no Irão, para travar o projecto nuclear, que, como se percebe, tem tudo menos de pacífico, conforme pretendem apresentar o regime dos aiatolas.
Do ponto de vista dos EUA, ou melhor, da actual Administração, o ideal é não haver qualquer conflito bélico. Por um lado, o país está a viver a ressaca do Iraque, de onde saiu em Dezembro de 2011, e ainda está a pagar a cara factura da presença no Afeganistão, até 2014. Dois conflitos, desencadeados por George W. Bush, que estão a sair muito caros aos EUA.
Quando a economia começa a dar bons sinais e o desemprego está baixar, dada a receita acertada de Obama (oposta à europeia, por isso os EUA crescem e a UE regride), tudo o que Washington não deseja é uma nova guerra. A mesma leitura não tem Israel, que sente, com razão, uma forte ameaça do país dos aiatolas. Razão pela qual Tel Aviv pretende assumir uma intervenção preventiva, no sentido de impossibilitar o vizinho de obter o poderio nuclear, uma séria ameaça ao Estado de Israel.
Perante esta situação, e num clima de campanha, os oponentes de Obama, como Rick Santorum, brincam com a segurança internacional e acusam o Presidente dos EUA de aliado dos aiatolas, como se isso tivesse alguma ponta de credibilidade.
Infelizmente, o conhecimento generalizado da situação do mundo na população norte-americana é pouco e argumentos como os de Santorum bem podem pegar. Antes, Obama era amigo de Bin Laden, agora é aliado dos aiatolas. Tudo vale para denegrir o Presidente dos EUA.
Quanto à situação israelo-iraniana, é bem provável que o confronto suba de tom, pois nos últimos dias, ataques verbais e ameaças não faltam, como a entrada de navios de guerra iranianos no Mediterrâneo oriental.
Obama não quer uma guerra, mas o mesmo não se poderá dizer do Governo de Israel.
CMC
Há um factor, imprevisível, ou não tanto, que pode irromper nas eleições norte-americanas: o projecto nuclear iraniano.
O assunto há muito que se arrasta, mas nos últimos tempos tem vindo a ganhar forma a tese, em Tel Aviv, de fazer uma intervenção preventiva no Irão, para travar o projecto nuclear, que, como se percebe, tem tudo menos de pacífico, conforme pretendem apresentar o regime dos aiatolas.
Do ponto de vista dos EUA, ou melhor, da actual Administração, o ideal é não haver qualquer conflito bélico. Por um lado, o país está a viver a ressaca do Iraque, de onde saiu em Dezembro de 2011, e ainda está a pagar a cara factura da presença no Afeganistão, até 2014. Dois conflitos, desencadeados por George W. Bush, que estão a sair muito caros aos EUA.
Quando a economia começa a dar bons sinais e o desemprego está baixar, dada a receita acertada de Obama (oposta à europeia, por isso os EUA crescem e a UE regride), tudo o que Washington não deseja é uma nova guerra. A mesma leitura não tem Israel, que sente, com razão, uma forte ameaça do país dos aiatolas. Razão pela qual Tel Aviv pretende assumir uma intervenção preventiva, no sentido de impossibilitar o vizinho de obter o poderio nuclear, uma séria ameaça ao Estado de Israel.
Perante esta situação, e num clima de campanha, os oponentes de Obama, como Rick Santorum, brincam com a segurança internacional e acusam o Presidente dos EUA de aliado dos aiatolas, como se isso tivesse alguma ponta de credibilidade.
Infelizmente, o conhecimento generalizado da situação do mundo na população norte-americana é pouco e argumentos como os de Santorum bem podem pegar. Antes, Obama era amigo de Bin Laden, agora é aliado dos aiatolas. Tudo vale para denegrir o Presidente dos EUA.
Quanto à situação israelo-iraniana, é bem provável que o confronto suba de tom, pois nos últimos dias, ataques verbais e ameaças não faltam, como a entrada de navios de guerra iranianos no Mediterrâneo oriental.
Obama não quer uma guerra, mas o mesmo não se poderá dizer do Governo de Israel.
CMC
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Bons sinais para Obama
Pessoalmente, como referi em posts anteriores, pensei que a corrida teria terminado no fim de Janeiro, na Flórida. Enganei-me redondamente, apesar de continuar a considerar a vitória de Romney.
Apesar de ser uma corrida morna, e nada comparável à disputa Democrata de 2008, com candidatos fortes e mobilizadores, ao contrário das actuais candidaturas Republicanas, não se pode negar que estas primárias do GOP estão a ser uma grande surpresa. Quando se espera ter encontrado um vencedor, a semana seguinte desmente esse prognóstico.
Todavia, a cada dia que passa, constata-se a fragilidade das candidaturas Republicanas. Cada candidato só consegue agradar parte do eleitorado conservador e nenhuma demonstra ser unificadora, como foi a de Obama, apesar das grandes rivalidades no campo Democrata há quatro anos
Em suma, esta disputa Republicana é mais um bom sinal para Obama, a par da melhoria económica e recuperação de postos de trabalho nos EUA.
CMC
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Romney/Santorum: empate técnico
As últimas vitórias de Santorum foram realmente importantes para a mudança da dinâmica das primárias republicanas. Quando tudo apontava para que Gingrich fosse o principal adversário de Romney, até pela sua excelente vitória na Carolina do Sul, Santorum apostou forte em três estados pouco mediáticos como o Minnesota, Missouri e o Colorado e ganhou-os. Nos últimos dias duas sondagens deram um empate técnico entre Romney e Santorum a nível nacional, embora em delegados o ex-governador do Massachussets leve a dianteira. A pergunta que agora se impõe é a seguinte: este é mais um candidato anti-Romney que sobe e desce de acordo com a prestação do seu oponente ou estamos a ver um verdadeiro candidato, que vale por si? No meio deste turbilhão republicano, os números de Obama continuam sólidos e com as dúvidas que os republicanos têm sobre Romney, não estou a ver Santorum e Gingrich a terem sequer hipóteses de desafiar Obama em Novembro.
Filipe Ferreira
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Chuck Norris volta a atacar
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