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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Nova estratégia para Mitt Romney?


O Carlos Manuel Castro e o Nuno Gouveia já tinham referido que com a meteórica subida de Newt Gingrich, não só no Iowa, mas também nas sondagens nacionais, Mitt Romney teria de entrar no combate político de uma forma mais agressiva, deixando cair a postura mais sóbria e senatorial. O site Politico vem corroborar esta leitura, revelando que esta é uma questão que tem sido alvo de atenção por parte da equipa de estrategistas de Romney. Preparando-se para uma campanha dura e longa, Romney vai apostar no aumento da recolha de fundos e na aumento da sua exposição mediática. Definitivamente, Romney terá de agir rapidamente para cortar o momentum da quase certa vitória de Gingrich no Iowa.

Filipe Ferreira

Gingrich mais perto de defrontar Obama

Gingrich leads by a wide margin in Iowa, the first state to vote on Jan. 3, and South Carolina, the first state to vote in the South. In Florida, the biggest January prize, one recent poll puts him ahead by a runaway margin. In the key primary that follows Iowa, New Hampshire, the former House speaker is lodged in second place.

The Gingrich momentum is captured in national polls as well.

Newt Gingrich surge, agora, como o mais forte candidato, tanto no Norte como no Sul. Nem mesmo Perry, que colhe mais entusiasmo no Sul, conta com tantos apoios actualmente como Gingrich.

Provavelmente, se Gingrich ganhar os primeiros Estados, e o grande Estado da Florida pode ser a sua coroa de glória, a sua corrida à Casa Branca pode estar consagrada em Fevereiro. O que também é do interesse Republicano, pois quanto mais cedo tiver despachado o processo interno, mais depressa se preparará para o combate com Obama.

Agora, Romney terá de fazer o que ainda não quis assumir, uma postura mais arrojada e de ataque, como pretendem elementos da sua campanha. Isto, claro está, se quiser contrariar o cenário actual.
CMC

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Gingrich lidera no Iowa


O Washington Post conduziu uma sondagem entre 30 de Novembro e 4 de Dezembro em que o nome de Newt Gingrich aparece destacado na liderança das intenções de voto dos republicanos no Iowa, afastando-se assim de Mitt Romney, que se coloca na segunda posição com apenas 18%, o mesmo valor que Ron Paul. Parece claro que este estado, pelos seus valores conservadores, seria sempre pouco favorável a Mitt Romney, mas este pode correr o risco de Gingrich ganhar momentum e arrancar para uma campanha mais competitiva. Relembro aqui as primárias de 2008 em que Giuliani era favorito mas foi John McCain que foi o escolhido devido à sua estratégia de aposta nas primeiras primárias.

Filipe Ferreira

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Há razões para sorrir... por enquanto

O post do Filipe é esclarecedor quanto ao estado anímico dos Republicanos, nestas primárias, perante os grandes favoritos a triunfar - Romney Gingrich: são os possíveis.

Face a estas candidaturas, e no presente momento, com esta situação, Obama tem razões sorrir, pois o GOP tem candidaturas fracas e pouco galvanizadoras. Porém, há factores que podem surgir e não são menores. Falta muito tempo para a eleição de 6 de Novembro.

Em primeiro, a questão económica, determinante. Como a eleição de Bush pai, face a Bill Clinton, em 1992, ensina.

Em segundo, a forma como irá decorrer a campanha republicana e a escolha do Vice-Presidente, pode ser um trunfo (ou um fardo, como Sarah Palin). Ao mesmo tempo que a campanha de Obama não pode cometer erros nem dar trunfos ao oponente.

Em terceiro, o grau de envolvimento e animosidade do eleitorado Republicano, em parte estimulado pelo Tea Party. Não há campo mais próprio para somar do que a união no descontentamento, mesmo sem projecto. Os Republicanos podem fazer, mais do que o seu candidato, a campanha anti-Obama a grande causa da campanha. E esta é uma realidade a não descartar.
CMC

"Newt and Mitt acceptable enough"


Este título, gentilmente copiado do Politico, mostra a angústia vivida pelos eleitores republicanos neste período pré-eleitoral. A Gallup fez um estudo de opinião em que Mitt Romney e Newt Gingrich aparecem destacados na dianteira como os mais aceitáveis candidatos presidenciais. Embora estes dados estejam em linha com as análises já efectuadas neste blog, os números de rejeição destes mesmos candidatos ainda se apresentam muito altos (34% para Gingrich e 41% para Romney). O escolhido como candidato do GOP para defrontar Barack Obama vai ter muito trabalho a unir o partido, o que vem dar ainda mais importância à escolha do respectivo vice-presidente. O fantasma de Sarah Palin paira no ar.

Filipe Ferreira

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Mitt Romney ataca Newt Gingrich


Era inevitável...
Com o aproximar das primárias republicanas, a intensidade da luta política tinha de aumentar e desta vez Mitt Romney não teve meias palavras. Cada vez mais me parece que estas primárias se converteram num jogo de todos contra Romney. Depois de Bachmann, Perry e Cain, agora chegou a vez de Newt Gingrich. Depois de meses sem descolar nas sondagens, o colapso da campanha de Cain motivou uma transferência do eleitorado mais conservador na direcção do ex-Speaker.
O principal estratega republicano no combate político à administração Clinton passou de candidato menor a principal challenger de Mitt Romney. Esta aproximação levou a uma inflexão da estratégia (mais outra...) de Romney, priveligiando agora uma abordagem mais directa e incisiva, questionando o passado político do seu oponente.
Este ataque de Romney tenta encostar Gingrich ao establishment de Washington, acusando-o de não ter qualquer experiência fora da vida política, enquanto que o próprio se assume como um business man capaz de criar os milhões de empregos de que os americanos precisam.
Qualquer que seja a resposta de Gingrich, a coisa promete.

Filipe Ferreira