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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sondagens confirmam Obama

A um dia da eleição, as sondagens dão vantagem a Obama, que dos 10 Estados críticos, a candidatura Democrata lidera em 8.
Mas, como só contam os votos entrados, em Estados tão disputados, a falta de algum eleitorado pode ser decisivo.

A única boa notícia para Romney é a subida na Flórida, que volta a liderar, tudo o resto, exceto a Carolina do Norte que lidera desde o primeiro momento, são maus indicadores para os Republicanos.

CMC

sábado, 3 de novembro de 2012

Ohio e Flórida em destaque

Restam três dias de campanha, antes do dia da eleição. Os Estados decisivos, nomeadamente Ohio e Flórida, estão nas prioridades das duas candidaturas nos próximos dias.

Obama continua a receber boas sondagens do Ohio, que lidera, há semanas, apesar de não estar totalmente seguro, e no caso da Flórida, as últimas sondagens dão um empate técnico, depois de Obama ter estado várias semanas atrás de Romney.

CMC

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Bloomberg arrasa Romney

We need leadership from the White House -- and over the past four years, President Barack Obama has taken major steps to reduce our carbon consumption, including setting higher fuel-efficiency standards for cars and trucks. His administration also has adopted tighter controls on mercury emissions, which will help to close the dirtiest coal power plants (an effort I have supported through my philanthropy), which are estimated to kill 13,000 Americans a year.

Mitt Romney, too, has a history of tackling climate change. As governor of Massachusetts, he signed on to a regional cap- and-trade plan designed to reduce carbon emissions 10 percent below 1990 levels. “The benefits (of that plan) will be long- lasting and enormous -- benefits to our health, our economy, our quality of life, our very landscape. These are actions we can and must take now, if we are to have ‘no regrets’ when we transfer our temporary stewardship of this Earth to the next generation,” he wrote at the time.

He [Romney] couldn’t have been more right. But since then, he has reversed course, abandoning the very cap-and-trade program he once supported. This issue is too important. We need determined leadership at the national level to move the nation and the world forward.

I believe Mitt Romney is a good and decent man, and he would bring valuable business experience to the Oval Office. He understands that America was built on the promise of equal opportunity, not equal results. In the past he has also taken sensible positions on immigration, illegal guns, abortion rights and health care. But he has reversed course on all of them, and is even running against the health-care model he signed into law in Massachusetts.

If the 1994 or 2003 version of Mitt Romney were running for president, I may well have voted for him because, like so many other independents, I have found the past four years to be, in a word, disappointing. 


A ler todo o artigo, aqui.

CMC

A hipocrisia da campanha de Romney


O eleitorado hispânico tem vindo a ganhar uma grande preponderância na política norte-americana. Apesar da maioria inclinar-se para o campo Democrata, não é liquído que a maioria dos latinos-americanos e seus descendentes seja, nesta eleição, apoiante incondicional de Obama.

Num claro sinal de falta de decência, e também de desespero, a campanha de Romney faz este vídeo de campanha, procurando associar o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como familiares de Fidel Castro, a Obama.

É provável que em algumas comunidades hispânicas da Flórida este vídeo, todo em castelhano, tenha impacto e ajude a mobilizar eleitorado a votar Republicano. E pode ser decisivo, dado o facto de não haver um vencedor antecipado na Flórida e Romney, para ganhar (está à frente nas sondagens por pouco mais de um ponto percentual), não poder perder os votos deste Estado, sob pena de comprometer a disputa que ainda se mantém acesa. 

Não pode valer tudo, mas para alguns vale mesmo tudo.

CMC

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Uma foto que diz muito


O furacão Sandy ceifou a vida a 50 norte-americanos e causou estragos na ordem dos 50 mil milhões de dólares.

Por este fenómeno da natureza, as campanhas deixaram praticamente de ter iniciativas. Obama deixou o fato de candidato e vestiu o de Presidente, enquanto Mitt Romney abrandou os atos de campanha.

Obama tomou as rédeas das operações e contou com um aliado de peso nestas horas dramáticas, o Governador republicano de New Jersey, Chris Christie. Por sinal, Christie foi um dos melhores intervenientes na Convenção Republicana, atacando os Democratas, mas acaba de prestar um  testemunho público de elogio a Obama, pela forma como o Presidente assumiu o comando da operação para lidar com o furacão.

A foto em cima, apresentando os dois políticos, Obama e Christie, com o Presidente a amparar uma das vítimas do Sandy, está a correr mundo e, em termos políticos, é de um efeito impressionante.

Continua-se a confirmar que uma imagem vale mais do que mil palavras.

CMC 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Haja um Republicano com bom senso

Rubio Worries Romney’s Approach To China Could Start ‘Trade War’

Haja alguém do Partido Republicano com bom-senso de dizer o erro que Romney está a fazer, ao atacar a China como o faz, numa lógica de Guerra Fria, entre os bons, os EUA, e os maus, os chineses.

Esta estratégia de Romney é nociva para os EUA.

Veremos logo o debate, dedicado à política externa, como será tratado este assunto, que merecerá destaque.

CMC

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Obama recupera mas com fragilidade

Obama esteve muito melhor no segundo debate, conseguiu fazer o que no primeiro falhara, rebater os argumentos de Romney e marcar as diferenças entre as duas candidaturas.

Se foi unânime que Obama, na lógica desportiva, ganhou o debate, a verdade é que as pessoas inquiridas pela CNN, depois do debate, identifica Romney com mais capacidades para lidar com o défice e fazer crescer a economia.

A corrida está aberta e ainda falta um debate, dedicado à política externa, mas que deverá ter muito de política interna, dados os ataques de Romney à China, acusando a nova potência mundial de estar a crescer à custa dos EUA e da Administração Obama ter feito pouco, para confrontar a China.

CMC 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O indispensável Bill Clinton


No debate com Romney, por duas vezes Obama resgatou a boa herança Democrata, deixada por Bill Clinton, para demonstrar que as respostas Democratas são melhores do que as Republicanas, como a criação de 23 milhões postos de trabalho.

Depois de alguns dias após o debate em que a campanha de Obama não soube desfazer o nó, Obama acabou por reconhecer que não esteve bem, teve de ser, mais uma vez, e à imagem da Convenção, Bill Clinton a fragilizar Romney. Estes 90 segundos, de ironia realista, são demolidores para Romney. O problema, para os Democratas, é que o candidato é Obama e não Bill Clinton.

Suspeito que até ao fim da campanha a campanha Democrata se faça a três (Obama-Biden-Clinton).

CMC

Obama deu uma grande ajuda a Romney

Como o Filipe refere, e bem, neste post, ainda está para provar que os debates televisivos, nos anos mais recentes, são decisivos na escolha que cada pessoa faz. Mas de uma coisa já não se pode ter dúvidas, depois de ter alcançado, em setembro, uma confortável vantagem sobre Romney, e tudo indicava que Obama apenas teria de controlar o ritmo eleitoral até 6 de novembro, eis que uma péssima prestação, no primeiro debate, deitou muito a perder para os Democratas e muito a ganhar para os Republicanos.

Apesar de discordar de muitos dos pontos de vista do candidato Republicano, é evidente que Romney esteve muito bem e soube tocar, a seu favor, no campo que lhe interessava, o eleitorado da classe média, algo que Obama desbaratou por completo. Nalguns casos de modo impressionante, dada a sua permanente atitude defensiva.

Se as sondagens voltam a indicar que não há vencedor antecipado, neste momento, a força está do lado dos Republicanos e o debate desta noite, entre os candidatos a Vice, Joe Biden e Paul Ryan, que normalmente tem pouca importância, passou a ganhar protagonismo, para confirmar ou não a viragem do eleitorado para os Republicanos.

Se na semana passada era Romney que tinha de ir atrás do prejuízo, hoje é Biden quem tem de jogar forte e recuperar o ânimo Democrata. Frente a Ryan, Biden é muito mais experiente e tem os quatro anos de experiência na Casa Branca, que jogam a seu favor, não obstante o seu vasto rol de gaffes. Quanto a Ryan, com um perfil menos moderado que Romney, basta-lhe não comprometer a corrida Republicana. Por outro lado, um bom debate do candidato Republicano pode confirmar a tendência de subida dos Republicanos se Biden tiver um comportamento semelhante ao de Obama da semana passada.

Todas as razões para acompanhar este debate.

CMC

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O estado da arte


Na maioria dos swing States Obama leva vantagem sobre Romney, apesar de esta liderança não ser muito grande. Para acompanhar.

CMC

Romney continua com problemas de empatia

Poll: More prefer dinner with Obama

Normalmente, nas eleições presidenciais norte-americanas fazem sempre uns estudos que parecem disparatados, mas não são.

Em 2004, era curioso o resultado de um estudo que, segundo a amostra, a maioria nunca compraria um carro a George W. Bush, a mesma atitude não teriam com John Kerry, mas, de longe, preferiam tomar um copo com Bush do que com Kerry.

Esta sondagem, acerca do candidato com que jantaria, revela bem a empatia de Obama e o distanciamento de Romney, face ao cidadão comum, que preferia jantar com o Democrata, em vez do Republicano.

Romney continua com problemas no relacionamento com os eleitores.

CMC

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Bons sinais do decisivo Ohio

The first survey, from Public Policy Polling (PPP), has President Obama up by five points on Romney in Ohio (50% to 45%). The poll was exclusively after the end of the Democratic National Convention.

O Filipe destacou o impacto da Convenção Democrata nas sondagens, a favor de Obama.

Importa, todavia, apurar Estado a Estado o estado de alma do eleitorado e, de facto, os ventos parecem soprar a favor de Obama. No Ohio, Estado que se precisa de ganhar para ser eleito Presidente, pelo menos assim tem acontecido, Obama deu um salto e distanciou-se de Romney. Não deve ter sido por acaso, pois a indústria automóvel, uma das bases da economia deste Estado, esteve em foco, por Bill Clinton, a propósito das medidas da Administração Obama, perante a oposição de Romney:

The auto industry restructuring worked. It saved more than a million jobs, not just at GM, Chrysler and their dealerships, but in auto parts manufacturing all over the country. That's why even auto-makers that weren't part of the deal supported it. They needed to save the suppliers too. Like I said, we're all in this together.

Now there are 250,000 more people working in the auto industry than the day the companies were restructured. Governor Romney opposed the plan to save GM and Chrysler. So here's another jobs score: Obama two hundred and fifty thousand, Romney, zero.


CMC

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Convenções 2012

Realizadas as duas convenções, pode dizer-se que os objetivos correram bem melhor aos Democratas do que aos Republicanos.

Enquanto a Convenção Republicana fica indelevelmente marcada pela intervenção de Clint Eastwood, mais do que qualquer outro orador, a Convenção Democrata contou com três grandes intervenções, uma em cada dia dos três dias de Convenção: Michelle Obama, Bill Clinton e Barack Obama.

Ambos procuraram cativar o eleitorado da classe média, o mais afetado e prejudicado com a situação económica. Neste âmbito, os Democratas apresentaram um discurso/programa correspondente às pretensões deste eleitorado, parte dele Democrata, mas descontente com os últimos quatro anos, dada a situação económica não ser a mais favorável. E a formação de Obama teve um especial cuidado em focar o eleitorado feminino e latino - Michelle Obama e Sandra Fluke, no campo feminino, e Julián Castro e Antonio Villaraigosa, no latino.

Ainda faltam dois meses para as eleições, os debates entre candidatos (três entre os candidatos a Presidente e um debate entre os candidatos a Vice-Presidente), por isso, dentro de uns dias as Convenções já são uma pertença do passado. De qualquer forma, serviram para mobilizar e conquistar partes do eleitorado. Dentro de uns tempos se saberá quem foi mais bem sucedido. Tendo em conta as duas Convenções, os Democratas foram bem sucedidos e muito devem à excelente intervenção de Bill Clinton.

CMC

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Uma homenagem nada inocente a Ted Kennedy


Como é tradição das Convenções, há sempre um momento de homenagem a grandes políticos que desapareceram. Ted Kennedy foi um dos grandes apoiantes de Obama, há quatro anos. Faleceu em 2009 e as conquistas do seu vasto currículo político foram justamente recordadas.

Mas os Democratas não deixaram de fazer uma homenagem com uma crítica a Mitt Romney, que foi derrotado por Ted Kennedy, na eleição para o Senado há cerca de duas décadas. E o ataque baseou-se no debate que ambos tiveram, no qual Romney surgia como um candidato mais moderado e pró Interrupção Voluntária da Gravidez, ao contrário do que defende hoje.

CMC

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O desafio Democrata


Tal como Mitt Romney, Obama tem pela frente o mesmo repto: cativar a classe média - quem decide esta eleição.

Romney lançou a meta: criar 12 milhões de postos de trabalho. A meta é elevada e aos Democratas cabe demonstrar que estão mais bem preparados e com melhores propostas para este momento.

CMC

Romney cavalga a onda populista

No discurso mais importante da Convenção Republicana, o de Mitt Romney, ficou patente o arriscar, compreensível, do candidato, de conquistar o eleitorado da classe média.

A grande proposta é de criar 12 milhões de empregos, ou seja, pouco mais de metade do atual número de desempregados nos EUA, 23 milhões.

Romney trata a dimensão política como se fosse um negócio. Percebe-se a sua veia de empresário, mas a sua experiência de Governador devia ter-lhe indicado que a realidade, e em especial a governação de um Estado, é bem mais complexa do que parece, sobretudo no contexto atual, de uma economia global anémica.

Os Republicanos procuraram, nos últimos dias, cativar o eleitorado descontente, e apostaram, como é típico, nos valores da família, para cativar milhares de casais nos EUA a mobilizarem-se para optar por outro caminho, que não o apresentado e implementado pelos Democratas.

Em termos externos, Romney repescou o discurso reaganista da Guerra Fria e focou Putin como o "alvo". Ora, o mundo mudou. A Rússia tem, como sempre teve e terá, uma importância global, mas entender o planeta, como Romney dá a entender, numa lógica bipolar, de Guerra Fria, é um desfasamento total. A Rússia não é o único player mundial a par dos EUA.

Intimamente ligada à política externa e com forte relação e impato na política doméstica é a política energética. Romney propõe-se a reduzir a dependência externa nos próximos oito anos. Tal como a proposta de Obama, há quatro anos, os políticos norte-americanos deviam ser mais rigorosos nesta matéria. O mais preocupante desta proposta de Romney é que o candidato Republicano valoriza fontes como o carvão. Infelizmente, há desafios globais, como o ambiental, que sempre foram desconsiderados pelos Republicanos, e não deviam. Romney falou nas energias renováveis, que fica sempre bem, mas não é de desconsiderar que a sua referência foi a última, e não uma prioridade. Preocupante!

CMC

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Os lemas da Convenção Republicana

Esta Convenção Republicana estruturou-se em três diferentes momentos, correspondentes a três distintos e complementares lemas.

No primeiro dia, o lema foi "We built it", valorizando a promoção da economia, desprezando a intervenção do Estado no mercado, diferenciando a postura face aos Democratas. Os ataques, mais ou menos serrados ao Obamacare fizeram-se sentir.

Ontem, "We can change it", foi, de todos os lemas, o mais feliz, em termos de marketing, por repescar e adaptar o lema de Obama de há quatro anos. Procurou evidenciar que os Republicanos têm uma agenda política diferente da de Obama e pretendem, deste modo, destacar que têm um programa capaz de animar mais a economia.
 
Hoje, no último dia, o lema "We believe in America", coincide com o discurso de encerramento do candidato, Mitt Romney, que terá de apresentar as causas da sua candidatura. Nesta entronização da "crença", o discurso terá, como não poderá deixar de ser numa intervenção de um Republicano, uma nota patriótica acentuada.

Devido ao furacão Isaac, não se realizou o primeiro dia da Convenção, que tinha como lema "We can do better".

Em termos de estrutura, só se pode destacar a inteligência da estratégia da Convenção. Quanto aos resultados, muito está dependente da intervenção de Romney. Será ele capaz de mobilizar o Partido Republicano, como não conseguiu até ao momento? Certo é que o seu Vice, Paul Ryan, já o conseguiu. E esse é um importante trunfo para Romney.

CMC

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Republicanos inspiram-se em Bill Clinton

GOP trying to keep focus on economy rather than abortion

Nada como uma estratégia bem sucedida para ser seguida por quem quer ganhar. É isso que os Republicanos estão a fazer, ao inspirar-se no leitmotiv da candidatura de Bill Clinton de 1992. A economia é a questão central e não pode haver desvios.

Os Republicanos sabem que a situação económica dos EUA não é a melhor. Ignoram, por completo, o ponto de partida de Obama, e face ao herdado, Obama conseguiu fazer muito. Todavia, os Republicanos limitam-se a constatar o hoje e, agora, a economia da grande potência mundial não melhora como se deseja, razão pela qual culpam a atual Administração pelos fracos resultados.

O aborto, tema caro ao eleitorado conservador, é, por outro lado, um assunto bastante sensível, mas ao mesmo tempo, ao tomar o assunto como bandeira central, esta causa pode conduzir ao afastamento de parte de classe média dos Republicanos. E Romney precisa de parte deste eleitorado para derrotar Obama, em especial nos swing States. Por isso, é assunto a "congelar".

CMC

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Paul Ryan não gerou entusiasmo

Pelos estudos avançados, depois de conhecido o número dois de Romney, a candidatura de Obama não podia ter recebido melhores sinais.

O impacto causado por Ryan é baixo e isso revela as dificuldades em Romney arrancar. Seguramente, procurará, antes dos debates, fazer da Convenção Republicana um momento para afirmar a candidatura.

CMC