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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Um anúncio deplorável
Em política não pode valer tudo, mas as campanhas norte-americanas tendem a demonstrar o oposto. Eis um péssimo exemplo da candidatura Democrata, num ataque sem sentido a Mitt Romney. Criticar e condenar politicamente faz parte do jogo, dar a imagem de que o oponente é um criminoso é outra e esta merece reprovação.
CMC
P.S.- Tomei agora conhecimento de que este vídeo é de um grupo de apoiantes do candidato Democrata e ainda não foi lançado na televisão, e não do staff de campanha de Obama, estando, apenas, na net. De qualquer forma, já suscitou, nas últimas horas, muita atenção e indignação. Oxalá seja retirado. É a única consideração que merece.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Obama compara Romney a um Robin Hood invertido
President Obama says that -- unlike the old English hero who stole from the rich and gave to the poor -- Mitt Romney wants to do the opposite. "It's like Robin Hood in reverse," Obama told supporters last night in Connecticut. "It's Romney Hood."
A política fiscal é uma das grandes marcas de diferença entre Democratas e Republicanos. Enquanto os primeiros defendem uma tributação que taxe mediante o rendimento, mas tenha uma carga mais elavada para os que têm mais, os Republicanos optam por menos impostos, em especial aos que mais têm, segundo o argumento de que o Estado Federal não deve travar os milionários de terem mais dinheiro para gerar mais capital, ao mesmo tempo que advogam menos Estado.
A política fiscal é uma das matérias mais sensíveis e, em muitos momentos, as propostas de cada candidato nesta matéria são decisivas para muitos eleitores, designadamente os indecisos.
Ontem, no Connecticut, Obama comparou Mitt Romney a Robin Hood, o mítico herói inglês que tirava aos ricos para dar aos pobres, mas invertido, ou seja, Romney representa o que tira aos pobres para dar aos ricos.
O confronto, direto, entre os dois candidatos aquece, quando faltam menos de 100 dias para as eleições.
Pelos vistos, esta não é a primeira vez que um candidato Republicano é apelidado de Hood, pois Reagan, nos idos de 80, já recebera este "batismo".
CMC
A política fiscal é uma das grandes marcas de diferença entre Democratas e Republicanos. Enquanto os primeiros defendem uma tributação que taxe mediante o rendimento, mas tenha uma carga mais elavada para os que têm mais, os Republicanos optam por menos impostos, em especial aos que mais têm, segundo o argumento de que o Estado Federal não deve travar os milionários de terem mais dinheiro para gerar mais capital, ao mesmo tempo que advogam menos Estado.
A política fiscal é uma das matérias mais sensíveis e, em muitos momentos, as propostas de cada candidato nesta matéria são decisivas para muitos eleitores, designadamente os indecisos.
Ontem, no Connecticut, Obama comparou Mitt Romney a Robin Hood, o mítico herói inglês que tirava aos ricos para dar aos pobres, mas invertido, ou seja, Romney representa o que tira aos pobres para dar aos ricos.
O confronto, direto, entre os dois candidatos aquece, quando faltam menos de 100 dias para as eleições.
Pelos vistos, esta não é a primeira vez que um candidato Republicano é apelidado de Hood, pois Reagan, nos idos de 80, já recebera este "batismo".
CMC
Clinton fará um dos discursos mais aguardados
President Bill Clinton’s Convention Speech Will Remind Party of Good Old Days
À medida que se vão conhecendo os oradores das duas Convenções, e dispensando-se o óbvio: os dois principais discursos são os dos candidatos a Presidente, outros convidados há que, pelo seu percurso, importância e peso político na arena política norte-americana, têm grande destaque. Bill Clinton, no campo Democrata, é um dos nomes incontornáveis e, por isso mesmo, o seu discurso em Charlotte, é dos mais aguardados.
Mesmo com polémicas bem conhecidas à mistura, Clinton foi o Presidente norte-americano mais bem sucedido das últimas décadas e, procurando contrariar as leituras que os Republicanos apresentam, foi com uma Administração Democrata, a de Clinton, que os EUA tiveram um crescimento assinalável, fruto de um conjunto de políticas bem estruturadas e implemantadas. E que esta Administração também tem vindo a adoptar.
Provavelmente, Clinton fará um discurso pedagógico, no sentido de explicar por que não está a economia a ter o sucesso de outros tempos, apesar de não ter um quadro tão negro como os Republicanos estão a pintar, e muito pior estaria se não fosse uma Administração Democrata a liderar. Por outro lado, e como é típico nos EUA, deverá ter, também, uma componente emotiva, fazendo desta eleição uma causa patriótica.
São conhecidas as poucas amizades pessoais entre Clinton e Obama, algo atenuado nos últimos anos, fruto da presença de Hillary na Administração, com um mandato assinalável. Mas a luta trava-se a dois e Bill Clinton irá indicar o porquê de ser tão importante renovar o mandato de Obama. Deve ser um discurso que vai marcar esta Convenção Democrata, até porque Clinton gosta sempre de deixar a sua marca pessoal.
Clinton é um dos políticos Democratas mais apreciados, teve dois mandatos de sucesso, e a sua palavra ainda conta para muitos eleitores.
CMC
À medida que se vão conhecendo os oradores das duas Convenções, e dispensando-se o óbvio: os dois principais discursos são os dos candidatos a Presidente, outros convidados há que, pelo seu percurso, importância e peso político na arena política norte-americana, têm grande destaque. Bill Clinton, no campo Democrata, é um dos nomes incontornáveis e, por isso mesmo, o seu discurso em Charlotte, é dos mais aguardados.
Mesmo com polémicas bem conhecidas à mistura, Clinton foi o Presidente norte-americano mais bem sucedido das últimas décadas e, procurando contrariar as leituras que os Republicanos apresentam, foi com uma Administração Democrata, a de Clinton, que os EUA tiveram um crescimento assinalável, fruto de um conjunto de políticas bem estruturadas e implemantadas. E que esta Administração também tem vindo a adoptar.
Provavelmente, Clinton fará um discurso pedagógico, no sentido de explicar por que não está a economia a ter o sucesso de outros tempos, apesar de não ter um quadro tão negro como os Republicanos estão a pintar, e muito pior estaria se não fosse uma Administração Democrata a liderar. Por outro lado, e como é típico nos EUA, deverá ter, também, uma componente emotiva, fazendo desta eleição uma causa patriótica.
São conhecidas as poucas amizades pessoais entre Clinton e Obama, algo atenuado nos últimos anos, fruto da presença de Hillary na Administração, com um mandato assinalável. Mas a luta trava-se a dois e Bill Clinton irá indicar o porquê de ser tão importante renovar o mandato de Obama. Deve ser um discurso que vai marcar esta Convenção Democrata, até porque Clinton gosta sempre de deixar a sua marca pessoal.
Clinton é um dos políticos Democratas mais apreciados, teve dois mandatos de sucesso, e a sua palavra ainda conta para muitos eleitores.
CMC
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Romney começa a disputar a classe média a Obama
Estas eleições presidenciais decidem-se por causa das questões económicas e, nesta matéria, o eleitorado mais preponderante é o da classe média, ao contrário das questões de política externa, que afeta todo o eleitorado, independentemente da sua condição. O orgulho não escolhe classe, toca a todas as Almas, o mesmo não se poderá dizer em termos económicos.
Obama sabe que parte significativa da classe média é, tradicionalmente, pró Democrata, porém, como os Democratas já perceberam, e face à situação económica existente, parte deste eleitorado está desmotivado com a presente Administração.
A campanha Republicana demonstra estar atenta à campanha do opositor, que nos últimos dias tem centrado a mensagem dirigida à classe média, como deve - pois é essencial para a revalidação do mandato de Obama. Os Republicanos não perderam tempo e atacam um eleitorado que atravessa dificuldades e está interessado em quem lhe apresente uma mensagem de melhoria no futuro imediato.
É evidente que os factos apresentados pela candidatura de Mitt Romney ignoram o contexto atual, como se fosse possível inverter a situação económica dos EUA sem uma mudança do quadro económico mundial, em especial o europeu, que está a prejudicar uma recuperação económica forte dos EUA. Porém, as campanhas, de modo geral, tendem a desconsiderar o enquadramento.
Face a este contra-ataque Republicano e para desmontar esta campanha os Democratas terão de voltar a tocar a tecla da política fiscal, dado que nesta matéria a classe média identifica-se mais com o modelo Democrata do que no modelo Republicano.
CMC
domingo, 5 de agosto de 2012
Debates agendados
Os debates, os temas e quem questionará os candidatos já estão agendados. Ao todo são quatro, três entre Obama e Romney e um entre os candidatos a Vice-Presidente.
First presidential debate: October 3, University of Denver, Colorado: Domestic issues, questions selected by moderator.
Vice presidential debate: October 11, Centre College, Danville, Kentucky: Domestic and foreign issues, questions selected by moderator.
Second presidential debate: October 16, Hofstra University, Hampstead, N.Y.: Town-hall meeting format with questions from undecided voters.
Third presidential debate: October 22, Lynn University, Boca Raton, Florida: Foreign issues, questions selected by moderator.
CMC
First presidential debate: October 3, University of Denver, Colorado: Domestic issues, questions selected by moderator.
Vice presidential debate: October 11, Centre College, Danville, Kentucky: Domestic and foreign issues, questions selected by moderator.
Second presidential debate: October 16, Hofstra University, Hampstead, N.Y.: Town-hall meeting format with questions from undecided voters.
Third presidential debate: October 22, Lynn University, Boca Raton, Florida: Foreign issues, questions selected by moderator.
CMC
sábado, 4 de agosto de 2012
Ninguém é perfeito...
Hoje, o premiado ator e realizador declarou apoio a Mitt Romney.
A dúvida existia, pois apesar de não esconder as suas opções políticas, há uns meses Eastwood fez parte de um anúncio de destaque à Chrysler, com uma mensagem de destaque ao ramo automóvel igual à mensagem de Obama
O candidato Republicano, depois de receber o apoio de Romney, acabou por estar bem ao dizer: “He just made my day. What a guy.”
CMC
Um café pela manhã com o certificado de Obama
Barack Obama completa, hoje, 51 anos. O boato de que Obama não é cidadão norte-americano ainda é alimentado por muitos radicais, em especial os do Tea Party.
Para que não haja dúvidas, do seu local de nascimento, Hawai, a candidatura Democrata coloca à venda uma caneca com a foto de Obama e o seu certificado de nascimento. Sagazes e apropriado.
Os elementos do Tea Party passam a ter uma bela caneca para, todos os dias, beberem o seu chá e não se esquecerem de que o seu Presidente é mesmo norte-americano.
CMC
Para que não haja dúvidas, do seu local de nascimento, Hawai, a candidatura Democrata coloca à venda uma caneca com a foto de Obama e o seu certificado de nascimento. Sagazes e apropriado.
Os elementos do Tea Party passam a ter uma bela caneca para, todos os dias, beberem o seu chá e não se esquecerem de que o seu Presidente é mesmo norte-americano.
CMC
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Bons indicadores para Obama
Obama leads Romney in three key swing states
Já se percebeu que a eleição deste ano vai ser decidida nos swing States. As recentes sondagens são bons indicadores para Obama, pois ganhar na Flórida, Ohio e Pensilvânia, mas especialmente os dois primeiros Estados, mais emblemáticos e quase sempre decisivos, é sinal de vitória.
Mas ainda falta muito, apesar de restarem menos de 100 dias para a eleição.
CMC
Já se percebeu que a eleição deste ano vai ser decidida nos swing States. As recentes sondagens são bons indicadores para Obama, pois ganhar na Flórida, Ohio e Pensilvânia, mas especialmente os dois primeiros Estados, mais emblemáticos e quase sempre decisivos, é sinal de vitória.
Mas ainda falta muito, apesar de restarem menos de 100 dias para a eleição.
CMC
terça-feira, 31 de julho de 2012
195 mil milhões de dólares para derrotar Obama
Um conjunto de magnatas norte-americanos, com Shelton Adelson (oitava fortuna dos EUA e dono de casinos em Las Vegas e Macau) em grande destaque, estão na disponibilidade de investir, nesta campanha eleitoral, 195 mil milhões de dólares para derrotar Barack Obama.O apoio prestado por estes multimilionários a Mitt Romney é relatado por este Senador independente, Bernie Sanders, num documento com um título que diz tudo: America for Sale: A Report on Billionaires Buying the 2012 Election.
Estes 195 mil milhões de dólares corresponde à verba de 50 milhões de famílias norte-americanas.
CMC
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Obama à conquista do eleitorado Democrata
Já se fizera aqui uma chamada de atenção para a necessidade de Obama precisar da mobilização do eleitorado Democrata para ganhar a eleição.
Nem de propósito. Há poucos dias é lançado este vídeo promocional que foca, exclusivamente, a classe média dos Estados Unidos. Os democratas sabem que com a mobilização do seu eleitorado, e face a um candidato Republicano pouco mobilizador, Obama tem todas as condições para revalidar o mandato.
CMC
A ligação dos EUA a Israel
Não há campanha norte-americana em que as questões israelita e judaica não sejam debatidas, quase sempre com ganhos para os Democratas, dada a tendência judaica para a formação Democrata.
Desta feita, em poucas horas Israel ganhou um protagonismo especial, quer pelo acordo estabelecido entre os EUA e Israel, de cooperação militar e civil, assinada pelo Presidente Obama na sexta-feira, quer pela visita do candidato Republicano, Mitt Romney, a Israel, no fim-de-semana.
É evidente que Romney aproveitou o momento para valorizar a aliança entre os EUA e Israel, apresentando uma posição mais bélica do que diplomática face à ameaça nuclear iraniana. Palavras que caem sempre bem no atual Governo de Tel Aviv. E para um encontro para recolher fundos. Cada participante pagou 50 mil dólares.
De qualquer modo, no final da semana passada os Democratas publicaram o vídeo acima apresentado, que testemunha os feitos da Administração Obama com Israel. Não é, pois, por acaso, que dois em cada três judeus votarão Obama em novembro.
CMC
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Obama explica o que está em causa para o futuro dos EUA em 1 minuto
Um vídeo muito bem feito. Um minuto chega para se perceber o que distingue a candidatura de Obama da de Romney, qual o caminho que os EUA devem seguir, no entender de cada candidato.
CMC
terça-feira, 24 de julho de 2012
Reconquistar o eleitorado Democrata é uma prioridade
Republicans and Republican-leaning independents are much more enthusiastic about the election, an important factor in persuading supporters to vote. By 18 points, 51%-33%, they report being more enthusiastic than usual about voting. In contrast, Democrats and Democratic-leaning independents by 4 points say they are less enthusiastic than usual, 43%-39%.
A campanha Democrata, dos últimos dias, de ataque ao passado de Mitt Romney não passou no eleitorado, mesmo no Democrata, que considera injusta a campanha contra o adversário Republicano pelo passado na empresa Bain Capital.
Os Democratas estão demasiado focados no considerado ponto forte de Romney, a economia, considerado mais bem preparado do que Obama para lidar com os destinos dos EUA. Talvez nas hostes Democratas ainda não tenham percebido a grande vantagem de Obama frente a Romney, a sua leitura e proposta para o todo e não só de parte. Ainda se está para perceber a visão total de Romney, que apenas tem apresentado os seus galões de empresário bem sucedido. Como se sabe, a lógica do privado não é a mesma do público, mesmo nos EUA, onde o privado tem um valor bem superior ao existente na Europa.
Todavia, o grande desafio de Obama é recuperar a força de há quatro anos, quando, mais do que as suas causas, soube fazer, da sua candidatura, um pólo agregador de vontades de mudar a América. E conseguiu.
Como recentes sondagens demonstram, os Republicanos estão mais entusiasmados do que os Democratas e esta onda pode crescer nos Republicanos há medida que se aproxima Novembro e sentirem que Romney pode derrotar Obama. Afinal, a única grande causa comum dos Republicanos é a desconsideração que têm por Obama, pois como as primárias do Partido Republicano deixaram bem evidente, Romney não é o candidato mais desejado pelo eleitorado de direita.
CMC
A campanha Democrata, dos últimos dias, de ataque ao passado de Mitt Romney não passou no eleitorado, mesmo no Democrata, que considera injusta a campanha contra o adversário Republicano pelo passado na empresa Bain Capital.
Os Democratas estão demasiado focados no considerado ponto forte de Romney, a economia, considerado mais bem preparado do que Obama para lidar com os destinos dos EUA. Talvez nas hostes Democratas ainda não tenham percebido a grande vantagem de Obama frente a Romney, a sua leitura e proposta para o todo e não só de parte. Ainda se está para perceber a visão total de Romney, que apenas tem apresentado os seus galões de empresário bem sucedido. Como se sabe, a lógica do privado não é a mesma do público, mesmo nos EUA, onde o privado tem um valor bem superior ao existente na Europa.
Todavia, o grande desafio de Obama é recuperar a força de há quatro anos, quando, mais do que as suas causas, soube fazer, da sua candidatura, um pólo agregador de vontades de mudar a América. E conseguiu.
Como recentes sondagens demonstram, os Republicanos estão mais entusiasmados do que os Democratas e esta onda pode crescer nos Republicanos há medida que se aproxima Novembro e sentirem que Romney pode derrotar Obama. Afinal, a única grande causa comum dos Republicanos é a desconsideração que têm por Obama, pois como as primárias do Partido Republicano deixaram bem evidente, Romney não é o candidato mais desejado pelo eleitorado de direita.
CMC
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Obama ou Romney, com quem se identifica mais?
Um jogo simples do USA Today que permite aferir a concordância das nossas leituras com as dos candidatos desta eleição em vários assuntos. A minha expressa 79% Obama. Conheça a sua.
CMC
CMC
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Eleição taco-a-taco
Eis os Estados merecedores de atenção, pois dos triunfos nestes Estados se deve determinar o vencedor destas presidenciais. Nenhum dos eleitorados pode ser deixado de fora, pois isso pode ser o suficiente para perder a corrida (carregue na imagem, para ampliação e melhor leitura da tabela).
Em termos gerais, Obama leva vantagem, mas se observarmos com atenção, nenhum está ganho, nem mesmo a Carolina do Norte, o único dos focados a favor de Romney, dadas as diferenças mínimas.
Apesar desta tabela não destacar, assinalaria, ainda, o Arizona, uma das apostas dos Democratas nesta eleição.
CMC
Em termos gerais, Obama leva vantagem, mas se observarmos com atenção, nenhum está ganho, nem mesmo a Carolina do Norte, o único dos focados a favor de Romney, dadas as diferenças mínimas.
Apesar desta tabela não destacar, assinalaria, ainda, o Arizona, uma das apostas dos Democratas nesta eleição.
CMC
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Tudo empatado, nada decidido
A New York Times/CBS poll released Thursday shows MittRomney’s support at 47% of registered voters, with PresidentObama at 46%. A Fox News poll Obama at 45% and Romney at 41%. Both results are within the polls’ margins of error and show very little movement from surveys taken earlier in the summer.
Seria imprevisível, há uns meses, mas os últimos tempos indicam e as recentes sondagens não desmentem, o próximo Presidente dos EUA deverá ser eleito por escassa margem.
Os swing States passam a merece uma atenção especial dos dois candidatos, pois é nestes que se joga o futuro dos Estados Unidos, assim como assuntos merecedores de grande divisão, como a política fiscal. Começa a aquecer a corrida. Faltam poucas semanas para as convenções dos dois partidos, antes da recta final, até 6 de Novembro.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
A importância do eleitorado hispânico
Um dos eleitorados mais importantes, e em crescimento, nos EUA é o hispânico, podendo, nalguns Estados ser decisivo no resultado final.
Se Obama tem grande vantagem perante Romney, importa saber, nos swing States, em que se traduz esta grande vantagem. Num dos Estados mais determinantes, o da Flórida, Obama e Romney recolhem praticamente o mesmo apoio dos hispânicos. A considerar também o do Arizona, onde os Democratas, desta vez, pretendem conquistar, dado que na anterior eleição o candito Republicano, McCain, era deste Estado. Neste Estado, Romney tem ligeira vantagem.
CMC
terça-feira, 17 de julho de 2012
A política fiscal como marca divisória entre Democratas e Republicanos
O plano fiscal apresentado ao Congresso, há poucos dias, por Obama, está a gerar os efeitos desejados para a candidatura Democrata.
A proposta, de beneficiar quem ganha menos de 250 mil dólares por ano e taxar quem ganha mais do que este valor, vai ao encontro das expectativas dos eleitores mais liberais e é do desagrado dos conservadores.
A poucos meses das eleições, a divisão de projectos políticos fica ainda mais evidente.
Já que a economia não cresce como Obama desejaria, e a situação europeia não ajuda, a política fiscal apresenta-se como mais um campo de clara distinção entre os candidatos.
CMC
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Condoleezza Rice ganha destaque
Depois de há poucos dias Mitt Romney ter sido apupado num encontro com uma organização de negros, por ter condenado o Obamacare, começa a crescer, com força, a candidatura de Condoleezza Rice como a Vice do candidato Republicano.
A potencial escolha de Condolezza traz duas vantagens para a candidatura de Romney, é mulher e é negra, permitindo, assim, ao opositor de Obama entrar em eleitorados que a priori terá mais dificuldade, o universo das mulheres e da comunidade afro-americana, esta última nitidamente inclinada, por razões óbvias, para Obama.
Mas a escolha de Rice, a confirmar-se, significa a opção por uma política creditada e muito experiente, que daria mais consistência à candidatura de Romney.
Desta feita, a questão essencial não é a política externa, como foi na eleição de 2004, é a economia. Se fosse, Romney sumaria muitos pontos.
Veremos, dentro de poucas semanas, na Convenção Republicana, que acompanhará Romney.
CMC
A potencial escolha de Condolezza traz duas vantagens para a candidatura de Romney, é mulher e é negra, permitindo, assim, ao opositor de Obama entrar em eleitorados que a priori terá mais dificuldade, o universo das mulheres e da comunidade afro-americana, esta última nitidamente inclinada, por razões óbvias, para Obama.
Mas a escolha de Rice, a confirmar-se, significa a opção por uma política creditada e muito experiente, que daria mais consistência à candidatura de Romney.
Desta feita, a questão essencial não é a política externa, como foi na eleição de 2004, é a economia. Se fosse, Romney sumaria muitos pontos.
Veremos, dentro de poucas semanas, na Convenção Republicana, que acompanhará Romney.
CMC
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